Quando devo trocar minha escova de dentes?

Quando devo trocar minha escova de dentes? (Foto: iStock)

Escovas velhas não ajudam você a manter a higiene correta da boca. Saiba a hora certa de substituí-las

Verdade seja dita: sem uma escova de dentes, é impossível higienizar a boca de maneira adequada. No entanto, para que a faxina seja realmente eficaz, a escova precisa apresentar boas condições de uso. Isso significa que suas cerdas devem estar limpinhas e bem alinhadas – assim elas conseguem alcançar todos os cantos da boca, removendo os vestígios de comida e também a placa bacteriana que se aloja na superfície dos dentes e na linha das gengivas.

De acordo com a Associação Dental Americana, todo mundo deveria substituir a escova a cada três ou quatro meses ou sempre que os filamentos dela começarem a indicar sinais de desgaste. Mas muita gente ignora essa recomendação: no Brasil, por exemplo, pesquisas mostram que a troca da escova de dentes é feita, em média, somente a cada 18 meses.

É essencial prestar atenção ao “prazo de validade” recomendado pelos especialistas porque, com o passar do tempo, as cerdas (sejam elas de náilon, de borracha ou de outros materiais) vão perdendo suas características originais.

Resultado? Os filamentos começam a se deformar, ficando tortos, ressecados e escurecidos. Nesse estágio, a escova já não é tão eficiente como uma nova, ou seja, não consegue varrer a placa bacteriana de forma satisfatória. Além disso, as cerdas desfiadas podem machucar as gengivas e as bochechas.

Lembrete importante: quem coloca muita força na escovação – hábito condenado pelos dentistas, já que favorece o surgimento da sensibilidade dentária – acaba encurtando a vida útil da escova e deve trocá-la com maior frequência.

Escova X doenças
Como esse instrumento de limpeza é constantemente umedecido, germes, fungos e bactérias podem se desenvolver nas cerdas com alguma facilidade. Portanto, é fundamental lavar e secar bem o acessório todas as vezes em que for utilizado – além de prevenir doenças (na boca e em outras regiões do corpo), esse cuidado evita a substituição precoce do produto. Não se esqueça de guardá-lo sempre na posição vertical para garantir uma boa secagem.

Quem teve recentemente infecções na boca (herpes, por exemplo), dor de garganta, gripes ou resfriados precisa comprar uma escova dental nova para garantir que o problema não volte – afinal, é provável que os “bichinhos” continuem habitando o acessório. O mau hálito também pode ser consequência de uma escova que já viveu dias melhores – faça a troca o quanto antes.

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